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Vem ver como foi a 12ª edição do Pixel Show

O Pixel Show chegou à 12ª edição e mostrou para todo mundo que os anos só o fazem bem e que o evento  consegue estar cada vez maior e melhor. Foram 13 palestrantes, mais de 40 sharp talks, workshops, standes variados e bandas, tudo isso reunido em dois dias de total liberdade criativa. A identidade visual foi desenvolvida pela dupla de designers Marmota vs. Milky e quem chegava ao espaço da feira se deparava com um painel de boas vindas, ilustrado por ela, e logo depois mergulhava no mundo criativo e de inovação. A fila para o evento começou cedo e antes do horário de abertura o público já aguardava tomado por ansiedade.

O início das atividades no auditório foi marcado pela presença dos embatucadores no palco, os meninos transformam materiais como baldes, colheres e garrafas em instrumentos musicais e fazem um som de deixar qualquer pessoa impressionada, a apresentação foi bem humorada e já no sábado de manhã arrancou sorrisos do público. Na sequência aconteceu a palestra com o Vj Spetto, a primeira da conferência. Ele é especialista em Video Mapping e falou sobre a técnica e o ato de mapear superfícies em 3D e utilizar a leitura de ícones para transformá-la. Os dois dias foram de auditório cheio, entre os palestrantes passaram: Rod Hunt, Daniel Bruson, David Polonsky, Grupo Barbatuques, Haruo Kaneko, Studio Bleed, Chu Doma, Fábio Moon e Gabriel Bá, Spectral Motion.

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Se no auditório rolavam palestras mais longas, o palco das sharp talks, na feira, era dinâmico e com bate-papos mais curtos, houve gente que chegou para a primeira do dia, não resistiu, e acabou por ficar para todas as outras. Estiveram presentes entre a programação o Fuso Coletivo falando sobre “Arte e irreverência na construção do pensamento crítico” e o sócio e head criativo da Vice Brasil, Gabriel Klein, falando sobre a proposta da Vice de reinventar a mídia televisiva. O espaço ficou lotado, muitos se acomodaram no chão mesmo, sem cerimônia, para aproveitar as conversas sobre arte, criatividade, tecnologia, design e tantos outros assuntos.

 

A Zupi Academy esteve presente no Pixel Show com o dobro de opções de workshops da edição passada, as salas estiveram lotadas em três horários dos dias. Entre os cursos estavam o de aquarela e ilustração com o Rodrigo Falco, design tactile com João Lopes e Graffiti com o Crânio. A música ficou por conta das bandas que em diversos horários animaram a área externa do evento. Além disso, entre palestras, sharp talks, workshops e algumas compras, os criativos se deparavam com live paintings incríveis, onde podiam conferir bem de perto, os artistas no desenvolvimento de suas criações, Luna Lee, Muretz e Lucas Lamenha estavam entre eles.

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A feira não parou por nem mesmo um minuto, as atividades aconteciam simultâneas as palestras, mas o intervalo no auditório era o período de grande concentração no espaço. Pela primeira vez esteve presente no Pixel Show um  espaço todo dedicado aos apaixonados por Mangá. Palestras, workshops e apresentações encantaram o público. Quem passeou pelo Mangá Festival teve a chance ainda de jogar partidas de vídeo game, as máquinas estavam disputadas e estiveram todo o tempo ocupadas por criativos.

 

Diversidade é a palavra do evento. De um lado estavam os vídeogames e produtos digitais, do outro, os trabalhos manuais dos expositores da feira de publicações independentes. Zines, pôsteres, bóttons e bordados são só algumas dos produtos encontrados por lá, essa área vem ganhando força no evento e a cada ano que passa atraindo mais apreciadores. Em outro espaço um painel de ilustração convidava os criativos a deixarem seus registros. Havia ainda a área dedicada a tatuagem que permitia aos amantes dessa arte saírem mais rabiscados do evento.

 

O espaço kids era mais uma atração, desta vez dedicada aos pequenos, alí eles puderam participar de atividades pensadas especialmente para eles. Os estandes interativos também chamaram atenção, eles permitiram desde a experiência de brincar de pegar meias até a de grafitar num painel virtual.

 

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Foram dois dias onde público e organizadores viveram o Pixel Show. O festival ofereceu aos visitantes a oportunidade de produzir e estar ao lado de pessoas que também estavam produzindo, aprender novas técnicas, conhecer novas pessoas, ensinar e respirar criatividade. Afinal o Pixel Show é para isso, para abastecer com ideias. 

Agora já começam os preparativos para a próxima edição e nós esperamos vocês por lá! Até 2017.

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