Serpieri, o sexo e a ficção científica

Quando falamos aqui na Zupi sobre Milo Manara, a recepção do público não poderia ter sido melhor. Num dos muitos comentários que recebemos, o leitor Douglas Reverie nos sugeriu que fizéssemos uma seleção sobre outro gigante da arte erótica: Paolo Serpieri. E aqui estamos!

Paolo Eleuteri Serpieri nasceu na Itália, em 1944. Arquiteto e pintor por formação, entrou no universo de comics em 1975, quando começou a produzir conteúdo para a revista de quadrinhos italiana Lanciostory. Grande fã do gênero de velho oeste, foi só em 1985 que publicou a primeira edição da sua masterpiece erótica: Morbius Gravis. Morbius Gravis e os outros sete volumes do trabalho (Druuna, de 1987; Creatura, 1990; Carnivora, 1992; Mandragora, 1995; Aphrodisia, 1997; La Planète oubliée, 2000 e Clone, 2003) contam a história de Druuna, uma heroína que existe num ambiente pós-apocalíptico – o que, acreditem, rende muitas cenas pornográficas e imagens eróticas.

Mais do que peito, pênis, bunda e putaria, seu trabalho se destaca por sua técnica hachurada, pela precisão dos traços, o uso impecável das sombras e da luz e pela composição das suas imagens.

Aprecie as imagens (retiradas daqui):

serpieri-zupi1 serpieri-zupi2 serpieri-zupi6 serpieri-zupi7 serpieri-zupi8 serpieri-zupi9

Compartilhe via...

Compartilhar no facebook
Facebook
Compartilhar no pinterest
Pinterest
Compartilhar no twitter
Twitter
Compartilhar no linkedin
LinkedIn