Segunda Edição do What Design Can Do acontece em São Paulo

A segunda edição brasileira do What Design Can Do (WDCD) aconteceu nos dias 13 e 14 de dezembro (terça e quarta-feira) na Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP). Um evento recheado de debates sobre o poder do design para mudar o mundo. Tendo como guia cinco temas, os 20 convidados de diferentes países falaram sobre o que o design pode fazer pelas questões urbanas; pela comunicação; pelos refugiados; pela consciência cultural; e pelo combate à violência contra a mulher.

Com dois mediadores que falavam tanto em inglês como em português, os convidados se revezaram em palestras no palco do teatro FAAP, e em sessões especiais, as chamas brekout sessions em diferentes espaços da instituição. Em cada dia de evento, os participantes poderiam escolher uma entre sete temas apresentados. Também aconteceram lançamentos de livros, exibição de filmes e pocket shows de Rico Dalasam e Xênia França.

No primeiro dia de evento, Richard Van Der Laken, o fundador e idealizador do WDCD, conversou sobre o programa e a escolha dos temas que seriam abordados. Em seguida, Aline Cavalcante, brasileira e cicloativista, falou um pouco sobre as lutas e sucessos que os ciclistas tiveram na cidade de SP. O arquiteto Marko Brajovic mostrou seu trabalho e também participou de uma sessão de autógrafos. Após o Coffee Break, Xênia França encantou a todos com sua performance maravilhosa. O arquiteto holandês Jacob Van Rijs apresentou seu trabalho e obras já realizadas. Em seguida Rodrigo Oliveira falou um pouco sobre seu restaurante localizado na Vila Madalena e como conseguiu conquistar tantos fregueses. Sam Bompas, especialista em food design, deu um show no palco ao contar um pouco de seu trabalho e realizar suas experiências (picles sendo iluminados como lâmpadas/explosão de água fervendo + nitrogênio + essência de banana + cheetos azul). Após o almoço aconteceram as brekout sessions. Na volta, Xênia encantou a todos novamente com sua voz e vestindo uma das criações da designer de moda Selly Raby Kane. Bebel Abreu falou sobre sua editora de livros e mostrou produções gráficas lindas feita por ela e sua equipe. Selly Kane encerrou as palestras do dia mostrando seu trabalho e contando experiências da moda internacional. Ao final dos dois dias, o terraço se tornou um espaço animado e descontraído que ficou por conta da Heineken.

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No segundo dia, o promotor público holandês Martin Witteveen deu início aos debates do dia trazendo uma perspectiva internacional sobre o tema. O cofundador da consultoria de design estratégico Tátil, Fred Gelli, participou do primeiro bloco de palestras. Em sua fala, contou sobre o processo de desenvolvimento da identidade visual dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos do Rio 2016, que resultou em duas marcas tridimensionais.

O segundo bloco de falas da manhã foi dedicado aos refugiados. A sessão começou com um documentário curta-metragem italiano, Med Frontiera Liquida, que traz uma narrativa sobre a crise de refugiados no mar Mediterrâneo. Em seguida, ainda sob impacto do filme, o público ouviu o fundador do WDCD, Richard van der Laken, apresentar os cinco projetos finalistas do primeiro desafio internacional lançado pela organização, o What Design Can Do for Refugees. Em seguida, ao vivo de Atenas, o jornalista brasileiro André Naddeo apresentou ao público o seu trabalho com refugiados, incluindo os projetos Drawfugees e I’m Immigrant. Já o artista multimídia holandês Jan Rothuizen contou um pouco sobre a experiência em campos de refugiados, apresentando ao público o seu projeto interativo Refugee Republic, um mapa online e navegável do Campo Domiz, no Iraque.

Durante o intervalo no auditório, o público conferiu breakout sessions com diversos temas, entre eles estavam: Questões sociais e jornalismo moderno, violência contra a mulher e design de moda.

Após as breakout sessions, o público voltou ao Teatro FAAP para assistir à pesquisadora e designer gráfica colombiana Roxana Martínez, que discorreu sobre o seu trabalho de documentação do design vernacular colombiano, feito através do projeto Populardelujo, do qual é cofundadora.  O encerramento do segundo dia – e do WDCDSP 2016 – coube ao designer, publicitário, artista e curador de fotos amadoras holandês Erik Kessels encerrou o dia. O criativo holandês conduziu uma hilária palestra sobre o seu último livro, Failed It!, uma celebração do erro como impulsionador da criatividade, na qual também apresentou alguns de seus trabalhos na aclamada butique criativa KesselsKramer, da qual ele é cofundador.

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