Formado por Artur Kjá e Luciano Cian, o Fuso Coletivo leva às ruas a proposta de interagir com diversas formas e estilos de arte. A mais recente movimentação feita pelos criativos ganhou o nome Psique de Eros. A intervenção urbana buscou, com imagens de fácil compreensão para qualquer idade, sexo e país, resgatar a troca, a cumplicidade –e por que não o amor?– entre as pessoas.

Em um mundo no qual as relações estão cada dia mais frias, os caras apimentaram o Rio de Janeiro com imagens da mais pura expressão da intimidade: o sexo animal. O coletivo criou uma série de quatro desenhos que exibem tartarugas, elefantes, joaninhas e sapos.


As imagens transformaram-se em lambe-lambes e adesivos espalhados por ruas, bares e ônibus. A mensagem foi, até mesmo, colocada em porta-retratos de lojas de departamento para estimular a reflexão sobre a relação carnal do século XXI.

Mais que sexo, as cenas de animais copulando incentivam a quebra de preconceitos entre a troca de carícia entre seres do mesmo sexo, já que no reino animal a moral não comanda, e sim o instinto.

 


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Fuso Coletivo

 

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