A psicologia das cores nos filmes

Considerando a origem do cinema em preto e branco, não é surpresa que muitos cineastas tenha, uma obsessão com a cor nos filmes. Desde as opções do guarda-roupa até filtros e fontes de pós-produção, os esquemas de cores dos filmes desempenham um papel vital na visão de um diretor. As paletas de cores do filmes aprimoram a narrativa, mas também tem uma interessante recapitulação histórica sobre a maturação da cor no filme.

Simplificando, a cor pode nos afetar emocionalmente, psicologicamente e até mesmo fisicamente, muitas vezes sem nos tornar conscientes. Cor no filme pode construir harmonia ou tensão dentro de uma cena, ou chamar a atenção para um temas-chave.

Quando escolhido com cuidado, uma paleta de cores de filme bem colocada evoca humor e define o tom para o filme. Os três componentes principais de uma cor são: matiz, saturação e valor.

Matiz – a própria cor.

Saturação – intensidade da cor.

Valor – A escuridão ou a luminosidade de uma cor.

Por exemplo, em O Sexto Sentido, o diretor M. Night Shyamalan usa a cor vermelha para representar medo, pavor e prenúncio, enquanto em Pleasantville, Gary Ross usa vermelho para representar a esperança, o amor ea sensualidade. As normas da teoria da cor devem ser entendidas pelos cineastas, mas nunca vistas como uma limitação.

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