Os extremos do universo do rico e do pobre pelo olhar excêntrico do fotógrafo Pol Kurucz

Pol Kurucz é um fotógrafo conhecido pelos seus absurdos. Nascido na Hungria e atualmente trabalhando e vivendo no Brasil, o também diretor de arte trabalha em projetos excêntricos de moda e arte. Se você ainda não os viu, veja agora.

Recentemente Pol lançou sua quarta série fotográfica chamada “Pobres Bilionários”, onde retrata um mundo onde o universo do rico e do pobre se encontram, obviamente que da maneira mirabolante que só o fotógrafo sabe criar.

Ricos e pobres só têm ciência da vida do outro pelo prisma distorcido das novelas e mídias sociais. Um minerador nunca dormirá num hotel, o trabalho braçal para um playboy se resume a segurar uma raquete, e a maior tarefa das ricas donas de casa é evitar toda tarefa.

Além de ser uma crítica social, a série sugere um exercício de empatia: passar um dia nos extremos da sociedade para diluir preconceitos e equívocos, sentir o medo um do outro (a única coisa além do futebol que une essas classes), uma neurose fértil para o drama visual que o fotógrafo está explorando.

Todos os cenários construídos e ensaios aconteceram no estúdio do coletivo Kolor, no Rio de Janeiro. Os modelos e atores que colaboraram na produção pertencem ao mesmo microcosmo humanista e tiveram uma grande influência na concepção dos personagens e das cenas. Outro ingrediente chave foi o uso distinto da estética glam-trash do fotógrafo.

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