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Os tons de pele inseridos na escala Pantone

Limitar as cores da pele humana em preto ou branco é simplificar demais a pluralidade de tons que existe, pelo menos foi isso o que achou a fotógrafa brasileira Angélica Dass. Formada em design, portanto, bem próxima do mundo das cores, ela decidiu que investigaria mais a fundo o tom da pele humana.

Angélica mora em Madri mas, desde o início de 2016, quando deu início ao projeto Humanae, já viajou por várias cidades e capturou mais de 200 retratos. Ela fotografa primeiro a pessoa num fundo branco e depois seleciona um quadrado de 11 por 11 pixels no nariz do modelo e então identifica a cor correspondente na tabela Pantone, que se torna então o plano de fundo.

Ela conta que a origem da ideia surgiu há mais de dez anos, na variação de cores em sua própria família. Angélica é negra, neta de descendentes de índios e negros e filha de pai negro adotado por família branca.

O projeto continua em desenvolvimento, portanto muitas outras cores devem surgir por aí.

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