Muitas coisas que acontecem “aleatoriamente” ou de modo caótico podem se tornar muito mais interessantes quando decidimos inserir um pouco de tinta na brincadeira. Uma ideia simples e cativante, posta em prática pelo estudante Sam van Doorn no seu projeto de graduação, intitulado STYN.

Usando partes modificadas de máquinas de pinball, ele criou um aparelho único de desenho que se utiliza de palhetas móveis (como as de um pinball comum) para lançar bolinhas cobertas por tinta, que vão deixando seus rastros por uma grande folha de papel. Cada “jogo” rende, assim, diferentes composições. Veja nas imagens:

 

 

+ Informações

Sam van Doorn

 

 

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