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Pamnela Castro desenvolveu mural comemorativo para o Dia da Luta pelas Mulheres

O nome dela é Pamnela Castro, mas sua identidade em meio aos grafites é Anarkia Boladona.  Formada em artes plásticas e ativista cuja política social é focada na igualdade de gênero, a grafiteira une as duas propostas de forma impecável.

A carioca, nascida no subúrbio do Rio de Janeiro, já pichava desde a adolescência para contestar os valores da própria criação, que Pamnela define como “rígida e moralista”  mas trocou a pichação pelo grafite como forma de propor uma manifestação que pudesse ser aceita e vista por qualquer pessoa.

A grafiteira já foi vítima de violência doméstica pelo próprio marido e com o projeto “Grafite contra a vilência doméstica”  foi eleita pelo site do grupo da revista norte-americana Newsweek como uma das 150 mulheres que agitam o mundo. Hoje participa de um grupo que usa a arte urbana para promover o direito das mulheres, a Rede Nami.

A artista já espalhou seus desenhos por lugares como Nova Iorque, Praga, Jerusalém, Instambul e Paris e desenvolveu hoje, 08 de março de 2016, um mural comemorativo para o Dia Internacional da Luta pelas Mulheres na J. Walter Thompson. Confira o vídeo.

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