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O Universo como você nunca viu

Embora o Hubble seja um dos maiores e mais conhecidos telescópios espaciais usados na astronomia, a Nasa possui outros três potentes equipamentos para observação espacial: o agora desorbitado Compton Gamma Ray Observator (CGRO), Chandra X-ray Observatory (CXO) e o Spitzer Space Telescope (SST). Cada um exerce uma função particular (Hubble – luz visível e ultravioleta; CGRO – raios gama e raios X fortes; CXO – raios X suaves; SST – espectro infravermelho), examinando regiões específicas do espectro eletromagnético.

Sendo o telescópio de raios X mais potente do mundo, o Chandra X-ray Observatory permite aos cientistas obter imagens do espaço sem precedentes. Aqui estão algumas fotos recentes que mostram o que o equipamento é capaz de fazer. Essas imagens nos apresentam um novo jeito de apreciar nosso incrível Universo.

Galáxias em colisão
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Duas galáxias em colisão a aproximadamente 62 milhões de anos-luz da Terra. A imagem é composta pelo CXO (azul), Hubble (dourado e marrom) e SST (vermelho). (Agosto de 2010)

Região de formação de estrelas
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A Rosette Nebula é uma região de formação de estrelas a cerca de 5 mil anos-luz da Terra. Os raios X revelam centenas de novas estrelas agrupadas no centro da imagem. (Setembro de 2010)

Restos de uma estrela
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Cerca de mil anos após a espetacular morte de uma estrela na constelação de Taurus, um corpo de alta densidade – chamado de estrela de nêutrons – remanescente da explosão é visto espalhando uma tempestade de partículas de alta energia. (Novembro de 2009)

Resultado de uma supernova I
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Esta imagem dos restos da Tycho Supernova mostra a cena mais de quatro séculos após a explosão da estrela, testemunhada por Tycho Brahe e outros astrônomos da época. A explosão deixou uma nuvem quente de detritos em expansão (verde e amarelo) visível em raios X. (Fevereiro de 2009)

Resultado de uma supernova II
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Esta bela imagem composta mostra N49, o resultado da explosão de uma supernova na Grande Nuvem de Magalhães (LMC). (Maio de 2010)

Coração da Via Láctea
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Observações feitas com infravermelho e raios X mostram uma intensa atividade próxima ao centro da galáxia. Nessa imagem, raios X de Chandra são vistos em azul e violeta, emissões infravermelhas do Hubble em amarelo e informações em infravermelho do Spitzer em vermelho. (Novembro de 2009)

Buraco negro no centro da Via Láctea
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O grande buraco negro presente no centro da Via Láctea é conhecido como Sagittarius A* (Sgr A*). Essas observações, feitas por Chandra, mostram a região com restos de supernovas e filamentos misteriosos. (Janeiro de 2010)

Buraco negro em uma galáxia próxima
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Esta é uma imagem composta de NGC 1068, uma das mais próximas e brilhantes galáxias a conter um buraco negro em rápido crescimento. Raios X de Chandra são vistos em vermelho, dados ópticos do Hubble em verde e dados em rádio do Verry Large Array em azul. (Março de 2010)

Galáxia vizinha
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Novos resultados revelam a origem de importantes explosões usadas para medir a expansão cósmica. Dados do Chandra sugerem que o principal gatilho para as chamadas Supernovas tipo Ia em algumas galáxias são a fusão de duas anãs brancas. (Fevereiro de 2010)

Galáxia espiral Messier 101 (M101)
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M101 é uma galáxia espiral a cerca de 22 milhões de anos-luz da Terra, na constelação de Ursa Major. É parecida com a Via Láctea, só que maior. Os raios X do Chandra são vistos em azul. Em vermelho estão as informações em infravermelho do Spitzer. O amarelo vem do Hubble. (Fevereiro de 2009)

 

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