O redesign do lápis

Desde o momento em que um cientista no exército de Napoleão Bonaparte inventou o lápis, ele tem servido como um modelo de design funcional: ao contrário de tinta, o grafite não pode vazar. E, ao contrário de tablets ou computadores, um lápis não precisa ser recarregado.

No entanto, ainda existe uma irritante falha no projeto: quando você aponta muitas vezes um lápis, ele fica reduzido a um tamanho muito pequeno para a mão humana. Conclusão: cerca de 20% do grafite armazenado não é usado.

Aí é que entra o designer japonês Akio Hayakawa. Ele consertou essa falha reprojetando o lápis. Como? Quando você souber a resposta, vai pensar “como ninguém havia pensado nisso antes?”.

O lápis reprojetado por Hayakawa é dividido em duas cores: a parte superior é preta e a inferior é feita com uma madeira clara. O grafite só chega até o final da cor preta do lápis, assim, quando o grafite está chegando ao final, além de saber que o lápis deve ser trocado por um novo, não fica difícil de segurá-lo, pois ele não está tão pequeno (como ficam os lápis normais).

A simplicidade pode ser muitas vezes a chave para alcançar o sucesso!

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+ Informações aqui: Easy Pencil

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