“O lixo da história”, de Angeli, analisa os absurdos do cenário político internacional

Por Leonardo Nascimento

Um dos maiores artistas dos quadrinhos brasileiros, Angeli influenciou gerações. Criador de personagens fundamentais na história editorial do país, o autor exibe há alguns anos uma outra faceta além do humor: seu trabalho de chargista político. Não há escândalo da República ou evento internacional de destaque que não tenha sido reproduzido por seu traço. Desde 2001, Angeli dedicou incontáveis charges aos conflitos que atravessaram o Oriente Médio após o 11 de setembro norte-americano, passando pelo governo Bush, pelas guerras do Afeganistão e do Iraque, pelo conflito entre Israel e Palestina e chegando até os desdobramentos da Primavera Árabe. O resultado, editado pela Companhia das Letras no livro O lixo da história – com projeto gráfico de Elisa von Randow – reúne toda a produção do chargista de forma abrangente e organizada cronologicamente, formando um painel das principais questões que mobilizaram o noticiário político internacional nos últimos dez anos.

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