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O ativismo gay de Zanele Muhol

‘Sem identidade visual, não existe movimento’

Fotógrafos excelentes não faltam na África do Sul, mas entre todos, um nome se destaca. Zanele Muholi, que com sua obra ultrapassa as fronteiras da arte e abraça uma luta social: “Não sou fotógrafa, sou ativista visual”, afirma a artista que ainda jovem começou a se dedicar a uma vida de proeminente ativismo no empoderamento de mulheres negras lésbicas no país. que apesar de conter uma das legislações mais gay-friendlys do mundo, tendo sido o quinto a legalizar o casamento homossexual, ainda está juntando esforços para levar as leis até a realidade da população.

Zanele está encabeçando o movimento. Para ela, o ativismo visual é um lugar de resistência para as mulheres marginalizadas e pode ser utilizado socialmente, economicamente e culturalmente para a construção de um novo olhar, abrindo espaço para diálogos e desafiando o silêncio da sociedade.

 

Saiba mais: https://www.afreaka.com.br/o-ativismo-gay-de-zanele-muholi/

 

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