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Marumiyan é o designer japonês que buscou inspiração em uma caneta

Marumiyan costumava ser nome apenas de uma caneta, até que um designer gráfico e ilustrador japonês resolveu adotá-lo como o seu nome de trabalho. ” A palavra simplesmente surgiu na minha cabeça. Não há nenhuma razão especial, só gosto do modo como soa” , explica.

Marumiyan passou, então, a ser o nome do designer de 27 anos. Formado pela Faculdade de Artes Kyushu Sangyo, no Japão, Marumiyan  já teve seu trabalho reconhecido por diversas revistas de renome na área de artes e design, como Juxtapoz, New Web Pick, Artskills, entre outras, além de ter publicado o livro “Photoshop and Illustrator Artworks”, pela editora MdN. O interesse pelo designer veio quando ele ainda era criança. Influenciado pelo pai, que adorava desenhar, o pequeno aproveitava todo o seu tempo livre para criar imagens.

Atualmente, divide seus trabalhos como freelancer com as aulas que passou a ministrar em sua antiga faculdade. ” É muito divertido ensinar estudantes que estão sempre motivados a aprender e que tentam sempre absorver as minhas técnicas “, revela Marumiyan.

Em entrevista exclusiva para a Zupi, o designer falou sobre inspirações, dificuldades e alegrias de sua carreira além de deixar um conselho aos que desejam entrar no mercado do design. Confira:

Como você aprendeu sua técnica? O que você usa como fonte de inspiração?

Aprendi minha técnica na universidade, mas muita coisa adquiri por conta própria, tomando como referência livros sobre design e ilustração. Minha inspiração vem de tudo o que já passei, de todas as minhas experiências, tudo agrega.

 

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O que você mais gosta de criar?

Gosto de me envolver na criação de produtos variados, especialmente com coisas que podem ser tocadas com as mãos. Também gosto de criar peças de roupas baseado na moda das ruas e no universo do skate.

Você costuma ouvir música enquanto trabalha. O que você ouve? 

Escuto todo o tipo de música, tudo depende do meu humor. Quando começo um projeto novo, costumo procurar alguma coisa que eu nunca tenha ouvido antes.

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Você nunca teve um trabalho regular, sempre trabalhou como freelancer. Isso foi um escolha?

Eu até pensei em trabalhar para uma grande empresa, mas comecei a ser procurado por pessoas e empresas que viam meus trabalhos no site que criei, enquanto ainda estava na faculdade. Por isso comecei a trabalhar como freelancer e, como continuo a ser procurado, continuo como assim.

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Quais os pontos positivos e negativos em trabalhar como autônomo?

Os pontos positivos são que eu posso controlar eu mesmo o meu tempo de trabalho, além de poder me expressar mais livremente. Como pontos negativos digo que se você não for uma pessoa ativa e não procurar por pessoas que possam fornecer contatos ou apresentar-lhe novos projetos, dificilmente irá conseguir se manter. Você tem que ser agressivo nesse meio. Além disso, o fato de trabalhar sozinho e em casa, demanda responsabilidade do artista, que passa a ter que cobrar a si próprio por prazos e resultados.

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Um conselho para aqueles que desejam seguir a carreira de designer gráfico ou ilustrador?

Arrisquem-se em todas a áreas nas quais se interessam. A experiência que acumularem irá aparecer em seus trabalhos e formas de expressão mais tarde.

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