Legado de um grande artista

Morre aos 53 anos o cartunista Glauco, um dos grandes quadrinistas do país. De forma brutal, o artista foi morto em sua residência, assim como seu filho Raoni, 25.

O cartunista é conhecido por suas charges publicadas desde 1977 no jornal Folha de S. Paulo. Criador de personagens como Dona Marta, Zé do Apocalipse, Doy Jorge, Geraldinho e Geraldão, seu ingresso no jornalismo se deu nos anos 70.

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Alguns anos mais tarde, em 1976, a premiação no Salão de Humor de Piracicaba abriu as portas ao jovem cartunista para a grande imprensa. Em 1977, Glauco começou a publicar suas tiras esporadicamente na Folha de S. Paulo. A partir de 1984, quando o jormal dedicou espaço diário à nova geração de cartunistas brasileiros, Glauco passou a publicar suas charges periodicamente. Além do jornal, participou junto com seus amigos Laerte e Angeli da revista Chiclete com Banana, publicação de cultura pop e quadrinhos da década de 1980. Realizou também a edição Geraldão, outro marco do período. Influenciado pelo grande Robert Crumb, morreu deixando um legado.

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