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Hi Pokee: um espaço que serve comida havaiana e muita simpatia

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Só tem uma coisa que paulistano faz mais do que marcar encontro em catraca de metrô: marcar encontro em catraca de metrô para descobrir lugar alternativo e que serve comida gostosa. E foi num clichê como este que chegamos numa porta pequenininha que serve comida havaiana e está ancorada na Rua Augusta, espaço que antes era ocupado por um café.

Não é difícil passar despercebido pela porta que dá acesso ao restaurante havaiano Hi Pokee, mas com toda a certeza, isso não acontecerá mais que uma vez, já que, quem visita o espaço se não se encanta de cara pela identidade visual suave e toda refrescante, se apaixona pelo ambiente, pelos pratos deliciosos que são servidos e por toda a simpatia que ambiente transmite.

O restaurante funciona das 11h às 16h  para o almoço e das 19h às 22h para o jantar, mas nós fizemos questão de chegar um pouquinho antes para conversar com Miguel Meister, arquiteto e um dos sócios do Hi Pokee, sobre tudo, desde a identidade desenvolvida até os pratos que eles servem por lá.

 

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Miguel contou que o restaurante abriu em julho e surgiu quando um amigo que havia voltado do Havaí falou sobre um prato que comeu lá e que ainda não tinha encontrado por aqui. Os chefs, hoje sócios, Gabriel Jorge Fernandes e Ravi Leite, pesquisaram sobre e começaram a desenvolver a refeição. O prato logo encantou Miguel e Lucas Mattara, também sócios do espaço. Miguel explica que o que o Hi Pokee serve hoje é algo próximo do que seu amigo experimentou no Havaí, mas carrega algumas adaptações brasileiras.

Foi o próprio Miguel que desenvolveu a identidade visual. Depois de muita conversa, eles chegaram à conclusão de que, além de colar havaiano e camisa florida, o Havaí transmite uma sensação de bem estar, e foi pensando nisso que nasceu a marca como é hoje. O sorriso é uma de suas interpretações nos primeiros esboços, mas completa dizendo que também pode ser uma representação minimalista do bowl, prato em que eles servem as refeições. Se repetido, o semicírculo se transforma em uma escama de peixe e, se repetido, de outra forma, chega ainda às ondas do mar.

“A partir do semicírculo, a gente começou a brincar com várias movimentações, e é como se o peixe que estava na água  fosse o peixe que vem para nossa bandeja e é o peixe que vai para nosso bowl, então aqui a gente começou a estabelecer uma linguagem.” A partir da mesma malha, Miguel desenvolveu a tipografia da marca. Ele explica que a cor pode ser por referência à água, mas também é pelo frescor.

 

O cardápio, assim como todos os outros detalhes do restaurante, tem cara de aconchego. Ele traz as opções de forma simples mas que reflete o cuidado que Miguel, Lucas, Gabriel e Ravi têm de com cada particularidade, desde a dobra bem feita do guardanapo até a preocupação em ter sempre ingredientes frescos.

A equipe recebe os clientes com um avental jeans, sorriso no rosto e todo o clima de simpatia que o espaço promete. Não precisou de muito tempo depois da abertura para que todas as mesas estivessem ocupadas e, às 20h, já havia fila de espera. O público? Crianças, jovens e adultos. Os lugares próximos às janelas são disputados, mas quem conquista esse espaço garante visão para uma das poucas árvores da região.

O sucesso é notado quando um pouco antes das 19h, horário de abertura para o jantar, já tinha gente chegando ao Hi Pokee e aguardando ao lado de fora, num ambiente externo bem agradável.

Nós fizemos questão de provar as comidas havainas. As opções são variadas e o menu é modular, portanto, você pode escolher os ingredientes e montar sua própria versão. A base pode ser arroz branco ou integral. A proteína é o que determinar o valor do prato, pode ser atum, salmão, frango, polvo ou shimeji para os vegetarianos. Além disso, você escolhe os molhos e acompanhamentos. Como bebida da casa, está o suco que faz muito sucesso, o P.O.G, uma mistura de maracujá, laranja e goiaba, que é uma delícia.

A equipe recebe os clientes com um avental jeans, sorriso no rosto e todo o clima de simpatia que o espaço promete. Não precisou de muito tempo depois da abertura para que todas as mesas estivessem ocupadas e, às 20h, já havia fila de espera. O público? Crianças, jovens e adultos. Os lugares próximos às janelas são disputados, mas quem conquista esse espaço garante visão para uma das poucas árvores da região.

Optei pelo mix de salmão e polvo, arroz branco, tomate cereja, pepino, kani e molho clássico. Como avisado por Miguel, não há nada que não combine. Meu Poke ficou maravilhoso! Já estava satisfeita, mas precisei experimentar a sobremesa mais pedida da casa: uma tortinha de creme de côco com sorvete de Macadâmia e compota de abacaxi, e fica aqui minha suuper indicação! A tortinha quente e o sorvete preparado pelos próprios chefs do Hi Pokee fazem a combinação perfeita.

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O Restaurante Hi Pokee está no novo caderno da revista Zupi, lifestyle. Nesta seção indicamos espaços, serviços, marcas, produtos… Tudo o que acreditamos que merece ser compartilhado.

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