Guz Mallucelli, do coletivo The Barefoot Basterds, conta suas impressões sobre a Jamaica

Um estado mental ingênuo, materializa-se a partir de liberdade, humildade e abertura para entender e construir nossa própria existência

Um suiço, um sueco e um francês e o Braileiro Guz Malucelli são os membros do coletivo artístico The Barefoot Basterds que, guiado pela filosofia ” faça tudo, não espere nada”, viaja pelo mundo em busca de uma imersão profunda na cultura que os abriga. Em troca do aprendizado cultural que recebem dos nativos, procuram colaborar oferecendo algum tipo de trabalho artístico, vídeos, fotografias ou simplesmente a chance de socializar, trocar experiências e conhecer novas histórias.

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Do mesmo modo que buscam formar uma rede de contatos e lugares legais para as visitas, também permitem que as viagens simplesmente aconteçam, sem muito planejamento. Isso confere equilíbrio ao grupo e faz com que sua essência seja mantida. Com essa filosofia em mente já visitaram as Filipinas, a Coréia do Sul, França.

A última viagem realizada por Guz Malucelli teve como destino a Jamaica onde passou um período na instituição HELP Jamaica, que funciona na cidade de Kingston como um local para abrigar as crianças durante o período em que não estão em aulas. Nesse período de lazer, as crianças são convidadas a aprender diversas habilidades criativas.

[figcaption text=”O trabalho com as crianças da instituição HELP Jamaica”]

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Sentindo-se instigado e muito confortável com a proposta da instituição,  Guz Mallucelli integrou a equipe da HELP Jamaica, e pode ensinar algumas atividades às crianças, enquanto delas, conseguiu extrair ainda mais inspiração para continuar trabalhando.

A inspiração veio da percepção do estado de espírito ingênuo com o qual entrou em contato. ” Os sonhos das crianças são puros e inocentes, esse é um estado mental que eu me esforço para alcançar durante o processo criativo. Diria que todo o sonho humano vem desse estado ingênuo da mente”, reflete Mallucelli.

Guz Mallucelli acredita que quando os artistas resumem seus trabalhos aos processo criativos racionais acabam criando barreiras para suas vidas, linguagem ou julgamentos. ” Nós próprios somos os responsáveis por criar nossos constrangimentos”, explica. Foi a essa conclusão que chegou ao observar os trabalhos da residência artística Roktowa. Os artistas de lá o ajudaram a produzir um mural no centro de Kingston.

[figcaption text=”Os trabalhos na residência artística Roktowa“]

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