O que geralmente nos vem à cabeça quando pensamos numa usina termelétrica (aquela que produz energia através da liberação de calor)? Num amontoado de ferro e concreto que mal sabemos para que serve, certo?

Era esse ambiente onde o diretor da usina termelétrica de Macaé, no Rio de Janeiro, o francês Philippe Quenet, trabalhava diariamente. Apaixonado por arte, decidiu mudar o cenário: com o apoio da empresa dona da usina, a Electricité de France S.A. E a Aliança Francesa no Rio, contratou uma série de grafiteiros – brasileiros e franceses – que mudaram a cara da indústria.

São eles: os franceses Speedy Graphito (codinome do artista plástico parisiense Olivier Rizzo), Yann Lazoo, Shaka (Marchal Mithouard) e RCF1 (Jean Moderne) e os traços dos cariocas Big (Bruno Carneiro Mosciaro), Ment (Marcelo Vaz Coelho) e Piá (Márcio Ribeiro), além do paulistano Alexandre Orion.

O projeto, que teve início em 2010 e foi finalizado no ano passado, virou mini-documentário. Confira!

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(Fotos: Clarissa Pivetta)

Assista ao curta:

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