Gabriel Ribeiro e o estilo urbano da ASICS Tiger

A ASICS Tiger é uma marca de Lifestyle urbano, snekears descolados que fazem sucesso por seu estilo e conforto. Neste semestre a marca assumiu uma estratégia de se posicionar com mais força no mercado paulistano, tanto pelas tendências de moda onde os Sneaker voltaram com tudo, quanto por este lado mais ligado ao design e mood urbano que tem tudo a ver com São Paulo. Para isso, a marca convidou alguns expoentes da arte urbana de SP, como o Gabriel Ribeiro para participar da ação. Ele realizou uma oficina de criatividade e contou um pouco das técnicas e de seu processo. Contudo, você vai conferir agora um pouco sobre como foi a oficina, além de conhecer um pouco da carreira deste versátil artista.

Gabriel nasceu em uma família de artistas. A mãe pintava a óleo, e por isso, ele sempre tinha ferramentas para desenvolver suas habilidades. Foi na 6ª série que sua professora de artes apresentou todos os movimentos artisticos e a partir daí ele começou a entender de verdade o que estava produzindo, e o que gostaria de criar. Fez um curso de fotografia pinhole, na ONG Imagem Mágica e após isso começou a trabalhar com assistente e posteriormente como fotógrafo na ONG. Formado em design digital,  começou a trabalhar com animação e motion designer em emissoras de TV e grandes produtoras de São Paulo, e seguiu nessa área por mais de 7 anos.

Contudo, enquanto trabalhava com o design, sentiu falta do contato com a arte de rua e passou a fazer lambe-lambe e a realizar trabalhos focado nas artes visuais. Mas todas as suas áreas de atuação (design, fotografia e artes visuais) contribuem para a construção de suas caracteristicas e habilidades. “A fotografia foi o contato mas profissional que já tive e bão tem um dia que eu não fotografe”, conta Gabriel. Além disso, é ele que refina seu olhar. Com as artes, ele aprende por observação e hoje, é a área que Gabriel estuda mais a fundo.

A parceria com a ASICS veio em forma de ações, e a produção de uma série ilimitada de posters, além de oficinas. Gabriel ainda conta: “A liberdade criativa que eu tive, se tratando de uma marca tão grande foi o diferencial”. Deixando o artista livre para criar, a oficina proporcionou o contato com o público, para que dessa forma ele pudesse mostrar que a colagem não é uma coisa de escola. “A marca mostrou para o consumidor que não é só consumir, mas permitir viver a arte; trouxe a proximidade entre a marca, o artista e o público”, finaliza.

Compartilhe via...

Compartilhar no facebook
Facebook
Compartilhar no pinterest
Pinterest
Compartilhar no twitter
Twitter
Compartilhar no linkedin
LinkedIn

Abasteça com ideias lendo novas histórias abaixo