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Fotógrafo registra malas deixadas em centro psiquiátrico do início do século XX

Quando um paciente era levado para o Centro Psiquiátrico de Willard em NY (1800 a 1995), era lhe dado o direito de levar uma mala contendo os pertences que ele julgasse necessários para sua estadia. A média de estadia dos pacientes era de aproximadamente 30 anos e muitos nem sequer chegaram a sair.

Em 1995 os funcionários de Willard encontram cerca de 400 malas deixadas por pacientes que estiveram lá durante os anos de 1910 e 1960. Quando um paciente morria, o corpo, sem identificação, era enterrado num terreno em frente ao hospício e seus pertences eram trancados em um sotão para esquecimento.

Agora, o fotográfo Jon Crispin está abrindo as malas e mostrando os pertences mais preciosos de pessoas que foram consideradas doentes demais para conviver em sociedade.

Na mala de Anna* foram encontradas duas escovas de dente, uma carta que não estava endereçada a ela, vários cintos e chapéus.

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Frank* era veterano de guerra e levou consigo diversas fotos de familiares.

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Esta mala perteceu a Dmytre*, ficou 24 anos em Willard e morreu em 2000.

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Flora* era uma mulher de classe.

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Fachada de Willard, que atualmente funciona como uma clínica de reabilitacão.

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*Jon Crispin não foi autorizado a mostrar o nome completo dos pacientes.

 

Saiba mais sobre o projeto no site.

 

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