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Economia Criativa parte 1: Como transformar imaginação em negócio rentável

Criatividade, imaginação e inovação, são características que não se restringem a produtos, serviços e tecnologias. Englobam, também, processos, modelos de negócios e modelos de gestão. Não basta criar um produto inovador sem saber como transformá-lo em um negócio rentável.  A Economia Criativa traduz esse espírito e resulta em uma alternativa para aqueles que querem se aventurar em um novo negócio, mas não dispõe de grande capital para fazê-lo.

Diogo G. Ladeira  formou-se designer, em Bauru, interior de São Paulo e começou a trabalhar como ilustrador da Tilibra. No entanto, veio para a capital para colocar em prática “planos bem diferentes da rotina que enfrentava na Tilibra”. G. Ladeira pretende montar uma empresa de caricaturas com equipe de ilustradores e diferentes tipos de serviços. Admite que a tarefa pode ser árdua: “sei que é muito difícil empreender e produzir. As duas atividades requerem muito esforço, dedicação e tempo. E é preciso tomar cuidado para uma não anular a outra”, conclui.

[row][figcaption text=”Por G. Ladeira”]G.-Ladeira-zupi[/figcaption][/row]

“As coisas vão se estruturando ao longo do caminho”. Foi assim que os sócios Luiz Fogaça e Gustavo Gadini deram forma à Primata , marca de camisetas da dupla que existe há quase dois anos. Confessam que aprenderam por tentativa e erro: produziram em grande quantidade sem ter canais de venda. Assim, ficaram com material encalhado e sem dinheiro para renovar a frota.

Hoje, preferem ir com calma. Mantém o controle rígido do material produzido e soltam as novas produções aos poucos. A ideia é manter a essência da marca baseada na exclusividade, produzindo, dessa forma, poucos modelos de cada estampa. Um modo de passar esse conceito da Primata foi desenvolver os saquinhos que embalam as camisetas. Estes são elaborados por Luiz e Gustavo com os retalhos que sobram após a produção das camisetas.

Por não possuir grande capital para investir, a saída foi montar a loja on-line, e investir nas lojas colaborativas e em feiras, estas últimas seu principal canal de venda.  O Marketing fica por conta das redes sociais, de ações promovidas por eles próprios (como vestirem-se de macaco nas feiras das quais participam) e, principalmente, do boca- à- boca.

[row][figcaption text=”Por Primata”]primata_zupi[/figcaption]
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Aluísio Cervelle Santos , atualmente, trabalha com jogos grátis para celulares na Top Free Games. No entanto, já fez HQs pela DC Comics e pela Image Comics. Seu título próprio, o “Grim Leaper”, pode ser adquirido através de lojas virtuais, como Amazon, além de apps como Comixology e na Livraria Cultura.

Mesmo trabalhando fixo, 8 horas por dia, Aluísio encontra espaço para realizar os freelas e projetos pessoais. Costuma manter um fluxo constante de updates em redes sociais, onde possui contato com editores, além de enviar malas diretas em sites pessoais. Quanto ao processo de criação, ele resume: “Independente do trabalho que vou fazer o processo é muito similar. Planejamento é tudo”.

[row][figcaption text=”Por Aluísio Cervelle Santos”]Aluisio-zupi[/figcaption]
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Não perca, na terça- feira, Economia Criativa Parte 2.

Para saber mais sobre os artistas citados, visite os sites: www.behance.net/cervellesantoswww.primatastore.com.br/ e www.gladeira.com.br/

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