e-xiste amor em sp: série fotográfica revela momentos de afeto nas ruas de São Paulo

Quem já perambulou pelas ruas da maior cidade do Hemisfério Sul — e uma das mais populosas do mundo — provavelmente já cantarolou a música “Não existe amor em SP” — do cantor Criolo — durante o trajeto. Além disso, as chances de ser impactado pela frase “Mais amor por favor”, estampada por todos os lados da capital paulista em formas de pichações, grafites, lambe-lambes são grandes e sugerem momentos de reflexão. Será que não existe mesmo amor em São Paulo?

 

Foi essa questão que levou a artista visual Karine Gram, natural de Florianópolis, Santa Catarina, a dar início a série fotográfica “e-xiste amor em sp”, produzida durante uma de suas passagens pela metrópole.

 

“Eu já estive diversas vezes em São Paulo e sempre tomei essas frases meio que como verdades. É claro que o amor está sim escondido em algum lugar, mas os muros também falam e a vida pode ser mesmo muito cruel em uma grande cidade, a ponto de não sobrar tempo e consequentemente desejo para manifestações de amor. Fiquei feliz por ter presenciado justamente o contrário em minha última visita, que foi no segundo semestre de 2018. Registrei momentos que considero políticos de alguma forma. ”, conta.

 

Fotos: Karine Santos

O interesse da artista pelo modo de vida nas grandes cidades não é recente. Ela é autora de diversas séries que retratam o cotidiano de lugares como Nova York, Londres, Buenos Aires, entre outros, com algumas imagens publicadas em sua conta no Instagram — @karine_gram. Jornalista por formação e bailarina desde criança — ela faz parte do Coletivo Abayomi, que pesquisa danças e ritmos do Oeste Africano, baseado em Florianópolis — atualmente tem se dedicado a produção de um documentário que será lançado ainda em 2019: “A cidade também dança”, em parceria com a fotógrafa Karem Kilim.

“É na rua que tudo acontece. Nós queremos exaltar a experiência urbana e compartilhar essa experiência. Quando nós levamos bailarinos e bailarinas para os espaços ditos inapropriados para a dança, ou para as artes, estamos dizendo: vamos delinear nosso próprio caminho, desenhar com o nosso corpo, devorar os cantos opacos e colorir o que está cinza. Nós estamos aqui. ”, diz.

 

 

Confira o trailer do documentário:

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