Humanos caindo no nada, tentando se agarrar a coisa nenhuma. Seria esse o absurdo da vida? Sem a pretensão de chegar a uma resposta verdadeira, essa é uma das questões que Leah Yerpe nos propõe com seus angustiantes – e belos – desenhos.

Num fundo branco sem referencial, pessoas encenam uma complexa coreografia consigo mesmas e com outros. Emaranhadas, abandonam o casulo da identidade para assumir a forma de símbolos universais.

Mestre em pintura e desenho pelo Pratt Institute, de Nova York, Yerpe utiliza carvão e grafite em suas composições.

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Leah Yerpe

 

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