Bate papo: conheça a exposição do cartunista Toni D’Agostinho

[vc_row][vc_column][vc_column_text]A Copa do Mundo é um dos mais esperados eventos do planeta. No Brasil, além de inflamar a massa na expectativa de uma nova conquista da seleção, movimenta a economia e o cenário cultural. E para fazer uma tabela com a Copa, o cartunista Toni D’Agostinho preparou a exposição Futebol Cabeça, que apresenta caricaturas coloridas de personalidades brasileiras que pensaram o futebol.

Toni  é artista e sociólogo. Colaborou com as principais editoras do país, publicou charges, cartuns e caricaturas nos grandes jornais da cidade. Como cientista social, estuda a produção simbólica a partir das artes gráficas, com foco em humor gráfico.[/vc_column_text][ultimate_spacer height=”10″][vc_column_text][/vc_column_text][ultimate_spacer height=”10″][vc_column_text]Como começou o seu interesse pela arte?

Penso que desde sempre, pois como fui uma criança com poucos amigos, meu refúgio sempre foi o mundo das histórias e dos desenhos. Cedo, percebi que a arte torna certas agonias da vida plenamente suportáveis. Aos poucos, as descobertas do fazer artístico moldou uma subjetividade na qual a solidão é um momento sagrado de ouvir meus próprios pensamentos.

Além de belas caricaturas, sua arte estimula o senso crítico. Como acontecesse o seu processo de criação?

Começa com a idealização de conceber algo inusitado. O humor tem a potência de desvelar o que os automatismos do cotidiano tendem a naturalizar. Creio que estranhar mentalmente  essa naturalização da realidade é o primeiro passo para a criação de uma obra de arte. Há também uma questão que tem recorrentemente aparecido em minhas criações: o mito. Antes de fazer um desenho, verifico os mitos que tenho interesse em manipular e qual o alcance desse conteúdo no imaginário coletivo.

Como surgiu a ideia da exposição?

Surgiu com um convite do SESC Vila Mariana, há uns tantos anos. Inicialmente, foi uma exposição coletiva, na qual tive a honra de conhecer os grandes Baptistão e Carlinhos Müller.

Como ocorreu a escolha do local? 

O metrô é o lugar ideal para levar a arte à população. O número de pessoas que acessa o local é imenso. Já fiz outras exposições que circularam as estações e sempre tive um retorno excepcional.

Qual foi o critério que você utilizou para a escolha dos personagens presentes na exposição?

Na verdade, continuei com a maioria das personalidades que me foram oferecidas pelo SESC quando do embrião dessa exposição. As que adicionei, obedeceram à mesma intenção da ideia original: pessoas que pensaram o futebol como elemento de nossa identidade nacional.

Qual a mensagem que você deseja transmitir?

Não sei se desejo passar exatamente uma mensagem com esse trabalho. Há a noção de que não se pode entender o Brasil sem levar em consideração alguns signos que compõem o que se convencionou chamar de brasilidade. O futebol é um deles.

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Serviço

Exposição Futebol Cabeça

Datas e estações 10 a 30 de junho, República; 10 a 31 de julho, Santana e 10 a 31 de agosto, Vila Prudente.

Grátis

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