Em 2001 nasceu a Zupi com o foco em promover, inspirar e registrar os melhores artistas e criativos do Brasil e do mundo. Com curadoria de Allan Szacher, mais de 200 colaboradores espalhados no mundo e com uma equipe de criativos multidisciplinares a revista cresceu, saiu da internet, foi para o papel, é bilingue (inglês e português), distribuida em mais de 22 paises, encontrada nas redes sociais, em Apps de conteúdo, com centenas de milhares de leitores, criou o Pixel Show (maior festival de criatividade da América Latina), fundou a Zupi Academy (formando mais de 8 mil alunos no Brasil com diversos cursos e workshops), lançou livros de arte, revistas customizadas, fez curadorias de conteúdo para diversas marcas e muitas exosições e a cada ano tem lançado novos projetos culturais diferenciados com apoio de grandes marcas inovadoras.

Descobrindo Montreal: Dominic Besner

Este post marca o início de um diário de viagem que eu, Allan Szacher, pretendo compartilhar nos próximos dias com todos os leitores da Zupi. Assim que aterrissei em Montreal, decidi trazer para o site as coisas mais legais que encontrasse por aqui. Meu primeiro pit stop é na arte de Dominic Besner – veja.

Zupi recomenda: livros Ernst Gombrich

Poucos estudiosos conseguiram em seus escritos mostrar para o grande público, inclusive os leigos, diversos aspectos que envolvem a arte. Ernst Gombrich, historiador da arte austríaco, escrevia de uma maneira que fosse possível todos compreenderem. A Bookman Editora lança três títulos com textos de Gombrich que serão sorteados pela Zupi.

Bye Bye, Birdie Black

A artista suíça Sarah Haug nos contatou recentemente para contar boas novas. Ela acaba de criar um clipe para a música Bye Bye, Birdie Black, da banda Mama Rosin. O vídeo foi feito com ilustrações simples em loop, tipo de arte que Haug vem explorando nos últimos anos. Assista aqui.

Mundos paralelos de Catherine Nelson

Treinada em pintura e com experiência em efeitos especiais (em filmes como Moulin Rouge, Harry Potter e 300), Catherine Nelson hoje cria “pinturas” a partir da manipulação de centenas de fotografias. Desse trabalhoso processo resultam mundos paralelos, paisagens imaginárias cheias de detalhes. Clique e veja.

O novo Escher?

Rorik Smith é um ilustrador que se diferencia por seus desenhos em perspectiva. Comparado a M.C. Escher, já que suas ilustrações alcançam um efeito parecido de desorientação assim como os do mestre. Feitas com grafite e sem o auxílio de fotografias como referência.

O quarto da chuva

Visitantes andam pela instalação de arte chamada “O quarto da chuva” na galeria Curve, no centro de Londres. O quarto da chuva tem um campo de 100 m2 de queda de água, a qual os visitantes são convidados a andar em seu interior. Sensores detectam onde os visitantes estão parados, e a chuva para ao redor deles, dando uma experiência de como seria ter o poder de controlar a chuva.