Em 2001 nasceu a Zupi com o foco em promover, inspirar e registrar os melhores artistas e criativos do Brasil e do mundo. Com curadoria de Allan Szacher, mais de 200 colaboradores espalhados no mundo e com uma equipe de criativos multidisciplinares a revista cresceu, saiu da internet, foi para o papel, é bilingue (inglês e português), distribuida em mais de 22 paises, encontrada nas redes sociais, em Apps de conteúdo, com centenas de milhares de leitores, criou o Pixel Show (maior festival de criatividade da América Latina), fundou a Zupi Academy (formando mais de 8 mil alunos no Brasil com diversos cursos e workshops), lançou livros de arte, revistas customizadas, fez curadorias de conteúdo para diversas marcas e muitas exosições e a cada ano tem lançado novos projetos culturais diferenciados com apoio de grandes marcas inovadoras.

Novas de Dmitry Ligay

Não é segredo pra ninguém que o uzbeque Dmitry Ligay é um dos nossos ilustradores favoritos. Já saiu na Zupi #12, e duas vezes aqui no site. Desta vez, trazemos ao leitor uma compilação de trabalhos editoriais criados por Ligay em 2012. Clique para ver.

The Weird Travels

The Weird Crew é um coletivo formado por vários artistas de rua, que em 2012 saíram juntos numa viagem artística que ficou batizada como The Weird Travels. Aqui você confere os registros dessa viagem, marcada por murais incrivelmente bizarros.

Magic Art Special Exhibition

A exposição Magic Art Special Exhibition em Hangzhou, na China, traz artes interativas em 3D. Além de apreciar as obras, você pode tirar fotos com os quadros que se transformam em cenários incríveis e, aliás, foi isso que fez a exposição ter tido tanto sucesso. Estão expostas 83 imagens de vinte artistas plásticos desde o dia 01/07/12.

Red Battle

Lo Siento é um pequeno estúdio que aprecia especialmente focar no conceito da identidade dos projetos. Sua principal característica é fazer uma abordagem orgânica e física para as soluções, resultando em um campo onde acontece um diálogo entre o design gráfico e industrial, sempre em busca de uma aliança com projetos artesanais.

O ativismo gay de Zanele Muhol

Fotógrafos excelentes não faltam na África do Sul, mas entre todos, um nome se destaca. Zanele Muholi, que com sua obra ultrapassa as fronteiras da arte e abraça uma luta social: “Não sou fotógrafa, sou ativista visual”, afirma a artista que ainda jovem começou a se dedicar a uma vida de proeminente ativismo no empoderamento de mulheres negras lésbicas no país. que apesar de conter uma das legislações mais gay-friendlys do mundo, tendo sido o quinto a legalizar o casamento homossexual, ainda está juntando esforços para levar as leis até a realidade da população.