Em 2001 nasceu a Zupi com o foco em promover, inspirar e registrar os melhores artistas e criativos do Brasil e do mundo. Com curadoria de Allan Szacher, mais de 200 colaboradores espalhados no mundo e com uma equipe de criativos multidisciplinares a revista cresceu, saiu da internet, foi para o papel, é bilingue (inglês e português), distribuida em mais de 22 paises, encontrada nas redes sociais, em Apps de conteúdo, com centenas de milhares de leitores, criou o Pixel Show (maior festival de criatividade da América Latina), fundou a Zupi Academy (formando mais de 8 mil alunos no Brasil com diversos cursos e workshops), lançou livros de arte, revistas customizadas, fez curadorias de conteúdo para diversas marcas e muitas exosições e a cada ano tem lançado novos projetos culturais diferenciados com apoio de grandes marcas inovadoras.

Tipografia manual

Handmade Type é um projeto experimental de tipografia de Tien-Min Liao. Nele, a taiwanesa utiliza as próprias mãos para compor os tipos, explorando relações gestuais entre caixa baixa e caixa alta. Depois de pintar as devidas formas nas mãos com tinta preta, Tien-Min Liao altera os gestos manuais para transformar a letra maiúscula em minúscula,…

O oriente em alta definição

Jon Sheer é um fotógrafo norte-americano que vive há 16 anos em Tóquio, no Japão. Nesse meio tempo, Sheer desenvolveu gosto e olho especiais pela cultura oriental, especialmente templos budistas e santuários xintoístas – lugares espirituais que dominam seu portfolio hiperrealista. Numa tentativa de capturar a sensação que cada paisagem ou construção desperta em sua…

Fora dos muros

Extra moenia é uma expressão latina que significa “fora dos muros”, comumente empregada para designar antigas construções feitas fora dos muros originais de uma cidade. Mas também é a expressão que batiza um dos projetos mais impactantes de Matteo Pugliese, escultor italiano. Nessa série de esculturas em bronze, Pugliese exibe corpos masculinos no que parece…

Quase humanos

Combinar a figura humana com ideias simples, poses energéticas e elementos surreais é o que dá prazer a Bruce Holwerda em seu ofício de pintor. Trabalhando com tinta acrílica em diversas superfícies, o norte-americano cria personagens misteriosos que parecem estar um passo além do humano, sem contudo assumir inteiramente a identidade mecânica, desconstruída. Holwerda conta…

Julien Pacaud e o retrô-bizarro

Pra não dizer que é impossível, é difícil separar a arte da vida. Julien Pacaud faz colagens e ilustrações e talvez isso explique sua incomum autodescrição. “Antes de virar ilustrador eu fui, alternadamente, astrofísico, jogador de sinuca internacional, hipnotizador e professor de esperanto. Espero um dia ter tempo livre para dedicar à minha verdadeira paixão:…

Andando em círculos

Desenhos na areia todo mundo já fez. Na neve faz quem pode. Mas iguais aos de Sonja Hinrichsen, ninguém consegue (e talvez por falta de paciência). No projeto que leva o nome de Snow Circles, a artista elabora belíssimos desenhos na neve usando como ferramenta os próprios pés e seu senso de direção. É isso…

Maquiando os mortos

Vasculhando antiquários em busca de retratos e outros registros fotográficos há muito esquecidos, April Deacon não está passeando num acesso de nostalgia, e sim juntando matéria-prima para suas obras. Segundo sua própria definição, o trabalho de intervenção em retratos que ela realiza é um modo de reinventar memórias descartadas, de dar vida aos mortos. A…

Couples

Nacho Rojo é um cara que vive em Madri e manja de fotografia, ilustração e direção de arte. Certa feita, ele e sua namorada resolveram se transmutar e, clique a clique, esteriotiparam-se de junkies, rockabillies, nerds, hipsters, cafonas e outros lances não muito simples de serem resumidos em uma palavra. A série de autorretratos do…

Pinturas de Kate Pugsley

Kate Pugsley é uma pintora e ilustradora de Chicago, Estados Unidos. De um lado, a artista não abre mão da atenção aos detalhes, estudando cuidadosamente as combinações de cores e tipos de tinta. De outro, cria quadros que encantam pela simplicidade. Com rostos serenos, podendo indicar tanto uma aceitação conformada como uma alienação de si…

Formigas no prato

Re Jin é um designer radicado em Nova Iorque que resolveu brincar com uma situação desagradável, transformando o funcional em criações divertidas. Pires, xícara e seu amigos ganharam adornos angustiantes para alguns, mas bem humorados para a maioria. Curtiu?   Se ficou com vontade de ter um desses, você pode comprar itens como os acima …

Psique de Eros

Formado por Artur Kjá e Luciano Cian, o Fuso Coletivo leva às ruas a proposta de interagir com diversas formas e estilos de arte. A mais recente movimentação feita pelos criativos ganhou o nome Psique de Eros. A intervenção urbana buscou, com imagens de fácil compreensão para qualquer idade, sexo e país, resgatar a troca,…

Denis Zilber

Para quem estava esperando, aqui está um dos palestrantes que vai compartilhar ideias inspiradoras no Pixel Show 2012. Com expressões exageradas e interesse na cultura pop, as ilustras do israelense Denis Zilber merecem estar aqui. O artista direciona suas ilustrações muito bem humoradas para o exagero e diversão. As imagens remetem à cultura pop, trazendo…

Yeti mic

O yeti, ou Abominável Homem das Neves, é uma criatura mítica que supostamente habita a região do Himalaia. Alguns comentam a possibilidade sua existência, enquanto outros permanecem extremamente céticos. O impasse é o mesmo quando se trata de bons microfones USB: será que eles existem? Pois a resposta, nesse caso, é sim. E o nome…

As cores da infância

Scott Campbell, vulgo Scott C,  é um pintor e ilustrador de livros infantis, quadrinhos e jogos de videogame. Além dos trabalhos comerciais, o norte-americano vem realizando exposições solo de sua arte desde 2006. Com um traço deliciosamente nostálgico ornado de cores aquareladas, Scott C nos transforma em crianças outra vez. Já que sua criatividade transborda…

Coreografia da queda

Humanos caindo no nada, tentando se agarrar a coisa nenhuma. Seria esse o absurdo da vida? Sem a pretensão de chegar a uma resposta verdadeira, essa é uma das questões que Leah Yerpe nos propõe com seus angustiantes – e belos – desenhos. Num fundo branco sem referencial, pessoas encenam uma complexa coreografia consigo mesmas…