Em 2001 nasceu a Zupi com o foco em promover, inspirar e registrar os melhores artistas e criativos do Brasil e do mundo. Com curadoria de Allan Szacher, mais de 200 colaboradores espalhados no mundo e com uma equipe de criativos multidisciplinares a revista cresceu, saiu da internet, foi para o papel, é bilingue (inglês e português), distribuida em mais de 22 paises, encontrada nas redes sociais, em Apps de conteúdo, com centenas de milhares de leitores, criou o Pixel Show (maior festival de criatividade da América Latina), fundou a Zupi Academy (formando mais de 8 mil alunos no Brasil com diversos cursos e workshops), lançou livros de arte, revistas customizadas, fez curadorias de conteúdo para diversas marcas e muitas exosições e a cada ano tem lançado novos projetos culturais diferenciados com apoio de grandes marcas inovadoras.

Preto no branco

Apesar de suas diferenças, Tom Gilmour, Shawn Correia, Gordon Armstrong e Craig Robson têm uma coisa em comum: a paixão pela linha preta. Foi essa afinidade artística que os levou a fundar o Black Line Collective. Com menos de um ano de vida, o jovem grupo já exibe uma série de trabalhos interessantes feitos com…

A vida aquática com Samantha French

Muitos pintores e ilustradores conhecem o drama que é desenhar água. Muitas vezes, é melhor dar uma de Cascão e fugir dela. Outros, por outro lado, encontram no líquido seu principal objeto artístico, como é o caso de Samantha French. Tentando recuperar memórias de sua infância em Minnesota, a norte-americana cria quadros nos quais representa…

Mensagens visuais de Robert Carter

Robert Carter é um premiado ilustrador britânico, que desde muito pequeno vive no Canadá. Além de possuir uma recheada carteira de clientes do ramo editorial, ele vem colecionando prêmios desde 2003 por sua ilustração. E também não é pra menos. Carter consegue ser visualmente conciso e transmitir com clareza suas mensagens, que abordam temas como…

A paixão do torcedor

Você seria capaz de explicar racionalmente a paixão que o brasileiro tem por futebol? Se a resposta for negativa, o que é bem provável, tente a arte. Foi o que Gabriel Uchida fez. Definindo a si mesmo como caipira, louco por futebol e jornalista – nessa ordem de importância –, Uchida é o autor de…

Muitos detalhes de um mesmo artista

Quanto tempo você é capaz de gastar rabiscando padrões hachurados? Alex Konahin passa horas, dias e até semanas inteiras para completar seus desenhos superdetalhados. Feitos com tinta preta, bico-de-pena e muito talento, os trabalhos trazem detalhes impressionantes, capazes de fazê-los saltar aos olhos como se fossem tridimensionais. Se a monocromia simétrica tem tudo para se…

Luzes de Lee Eunyeol

Se você gostou das instalações luminosas de Barry Underwood que mostramos aqui na Zupi, com certeza vai apreciar o trabalho de Lee Eunyeol. No projeto Starry Night, é como se o artista invertesse a ordem das coisas e trouxesse as estrelas para a terra. Seu processo consiste em instalar lâmpadas nas paisagens escolhidas, e então…

Os prédios de Nova York

Nova York tem cerca de 900 mil edifícios. James Hancock quer desenhar todos. É essa a tarefa hercúlea que o australiano assume no projeto All the Buildings in New York, que começou como uma brincadeira e logo se transformou em uma verdadeira obsessão. Até agora Hancock já desenhou mais de 500 prédios, e aqui você…

Caos e ordem

Simon Prades é um designer gráfico em formação, com foco em ilustração e design de livros. No projeto Chaos und Ordnung (do alemão “caos e ordem”), Prades rearranjou imagens encontradas nos jornais nas figuras de três animais: hipopótamo, urso panda e cachorro. Desastres humanos caóticos dando forma a animais: o que será que ele quis…

Um novo olhar sobre os músicos

Enjoado dos entediantes retratos de músicos clássicos? As mesmas poses, as mesmas composições engessadas, as mesmas caras de tábua? Pois o fotógrafo (e violoncelista) Nikolaj Lund tem uma solução. Na série de retratos que você vê abaixo, o dinamarquês quebra as regras desse formalismo todo e exibe os músicos com muita criatividade. Aqui, eles são…

Cabana urbana

São Paulo é a cidade do concreto, dos arranha-céus imponentes. E por isso o projeto Urban Cabin, de Fábio Galeazzo, é tão interessante. Galeazzo transformou uma antiga casa abandonada em uma verdadeira cabana urbana: um espaço único, sem cômodos, equipado com tecnologia e design de ponta que convivem com elementos rústicos, criando uma atmosfera campestre…

Arte com cadarços

Federico Uribe tem uma mente agitada. Ele é capaz de usar qualquer objeto que encontre como meio de exercitar sua criatividade – prova disso são os incríveis trabalhos feitos com cadarço que você vê a seguir. Nesta série, apropriadamente chamada Shoe Laces, Uribe utiliza cadarços de diversas cores para criar composições intrincadas, de cores vívidas,…

Pinturas de Jarek Puczel

Jarek Puczel nasceu em 1965, na Polônia. Graduado em artes e membro da Polish Painters and Sculptors Union, encontra na intuição seu principal instrumento criativo, e nos fluxos da vida o tema central de suas pinturas. “Abandono as formas que desenvolvi quando percebo que elas não se encaixam em minhas experiências de vida mais recentes”,…

Langdon Graves e o branco

Simples, sim, mas simplistas nunca. Estamos falando dos desenhos de Langdon Graves, norte-americana pós-graduada em artes que põe em prática a máxima minimalista de que menos é mais, criando desenhos que parecem integrar o vazio branco do papel como parte da própria composição. Com bom domínio técnico e conceitual sobre seu trabalho, a artista aposta…

Personagens de pano

Inspirada pelo mundo mágico do circo, a senhora Mimi Kirchner cria à mão toys de pano que trazem um ar ao mesmo tempo retrô e divertido. Com muita experiência no assunto, a norte-americana também ministra aulas e oficinas nas quais ensina seu ofício. Impossível não apreciar seus personagens tatuados, bem à moda old school: +…

Porcelana que sangra

As esculturas de Maria Rubinke são ambivalentes. Se por um lado remetem às clássicas bonecas de porcelana, por outro rompem com o tradicionalismo dessas figuras, emprestando muito do surrealismo e trazendo uma forte pitada de sadismo. A dinamarquesa conta histórias sangrentas e macabras que apresentam-se com base em um choque estético, que se dá tanto…

Conduzo, não sou conduzido

Inspirado em elementos que fazem parte do itinerário cotidiano, o carioca Bruno Miguel compõe suas pinturas, foto-pinturas e peças esculpidas. A expo dele na capital paulista tem nome DVCO, NON DVCOR, que do latim significa “conduzo, não sou conduzido”, em referência ao dizeres na bandeira e no brasão do município de São Paulo. Bruno terá…