Em 2001 nasceu a Zupi com o foco em promover, inspirar e registrar os melhores artistas e criativos do Brasil e do mundo. Com curadoria de Allan Szacher, mais de 200 colaboradores espalhados no mundo e com uma equipe de criativos multidisciplinares a revista cresceu, saiu da internet, foi para o papel, é bilingue (inglês e português), distribuida em mais de 22 paises, encontrada nas redes sociais, em Apps de conteúdo, com centenas de milhares de leitores, criou o Pixel Show (maior festival de criatividade da América Latina), fundou a Zupi Academy (formando mais de 8 mil alunos no Brasil com diversos cursos e workshops), lançou livros de arte, revistas customizadas, fez curadorias de conteúdo para diversas marcas e muitas exosições e a cada ano tem lançado novos projetos culturais diferenciados com apoio de grandes marcas inovadoras.

Arte e interpretação

Após terminarem de pintar um mural gigante no prédio do Instituto de Arte Contemporânea de Boston (Massachusetts, EUA), a dupla de artista Osgemeos já deve estar sabendo das interpretações feitas por algumas pessoas que passaram pelo local. “Um islâmico com arma na mão” e “Terrorista muçulmano” foram algumas das muitas postagens feitas na web. A arte tem o lado da interpretação aberta, porém, segundo o curador do museu, Pedro Alonzo, a obra se trata de uma criança de pijama com uma blusa na cabeça.

Recortes Vintage

Utilizando livros, tesoura e uma câmera, o artista Thomas Allen cria cenários vintage 3D. A partir da imaginação e de seus recortes, Allen cria cenas tão interessantes, que poderiam fazer parte de um roteiro de filme. Clique e veja.

Tirando a mesma foto há 30 anos

Em 1982, quando cinco amigos tiraram uma foto em Copco Lake, Califórnia, eles não imaginavam estar começando uma tradição que duraria 30 anos. Desde então, os amigos se reúnem a cada 5 anos para tirar a mesma foto, registrando a evolução de uma amizade, de uma vida. Confira as imagens.

Crianças por Korehiko Hino

As pinturas de Korehiko Hino são no mínimo assustadoras. As obras surrealistas trazem crianças com cara e olhos de peixe. Em transe, as crianças olham para o espectador, fazendo com que fique difícil manter a atenção em alguma delas por muito tempo. Clique e confira.

Heróis longe dos holofotes

Os heróis não vivem apenas salvando criancinhas inocentes e garotas indefesas de vilões com nomes estranhos. Ao contrário do que muita gente pensa, eles levam uma vida normal como a de qualquer outro ser humano. O fotógrafo Chow Kar Hoo resolveu clicar esses momentos onde heróis conhecidos como Batman, Homem-Aranha e Besouro Verde precisam ir às compras, levam o lixo para fora e até levam multas no trânsito. Clique e veja o ensaio.

Ethan Murrow

Com grafite e papel, Ethan Murrow nos apresenta personagens e situações alegóricas que exploram narrativas surreais, exibindo artisticamente “as armadilhas do egotismo e do comportamento obsessivo”, como ele próprio escreve. Veja suas obras.

O surreal em Hugh Kretschmer

O talento de Hugh Kretschmer como fotógrafo não conhece a distinção entre trabalho comercial e arte “pessoal”. Nos dois campos o norte-americano é bem-sucedido, e em ambos explora situações surreais criadas com artefatos cênicos construídos à mão. Clique e veja.

Jogos Olimpícos por Leonardo Dentico

O ilustrador italiano Leonardo Dentico, inspirado pelas Olimpíadas, decidiu criar um visual diferente na composição dos clássicos anéis olímpicos. Usando os mais diferentes jogos: futebol, atletismo, ciclismo, basquete, ele compôs cada um dos 5 anéis com campos, quadras e jogadores. Para mostrar que a edição ocorre em Londres, Dentico usou o Big Ben ao fundo. Confira.

Andando com estilo

Quem nunca teve vontade de comprar um tênis diferente da maioria das pessoas? Quem esteve insatisfeito com os tênis de lojas, e quis fazer os desenhos no próprio tênis? Você pode fazer e, se tiver a mesma habilidade, técnica e talento, poderá fazer os seus pisantes ficarem no mesmo nível desses. Confira.

Ballet sobre concreto

Fotografias de bailarinas são feitas geralmente em palcos, algumas delas se destacam, mas nenhuma é como as fotografias clicadas por Vihao Pham. Usando as ruas como cenário, o fotógrafo clica as bailarinas dando passos sobre o concreto, telefones públicos e pontes. Fora dos palcos e longe do linóleo (piso específico para danças). Confira.