As medalhas olímpicas em Tóquio 2020 serão feitas a partir de eletrônicos reciclados

Quando os atletas das Olimpíadas de Tóquio em 2020 alcançarem suas medalhas, eles não usarão algo não só que celebra seu desempenho esportivo, mas algo que também sinaliza a sustentabilidade. Para as Olimpíadas e Paraolimpíadas de 2020, os organizadores pretendem fazer com que todas as medalhas de ouro, prata e bronze sejam desenvolvidas com eletrônicos velhos. Essa mensagem sobre como usar o lixo eletrônico envou todo o Japão, com 90% das autoridades municipais participando da coleta.

Ao aolhar para o número de celulares coletados, a quantidade de resíduos é impressionante. Em um período de aproximmadamente 18 meses, um pouco mais de 5 milhões de smartphones foram coletados graças a uma colaboração da NTT DOCOMO. A maior operadora de telefonia móvel do Japão uqe permitiu que o público depositasse celulares em suas lojas, fundamental para o projeto.

Depois de serem desmontados e separdos, os pequenos eletrônicos passaram por um processo para extrair o outro, prata e bronze. A fim de fazer todas as medalhas, 30.3 kg de ouro, 4.100 kg de prata e 2.700 kg de bronze serão recuperados. Em 2016, as medalhas de prata e bronze das Olimpíadas do Rio de 2016 foram compostas por 30% de materiais reciclados.

Desde abril de 2017, o Comitê Olímpico do Japão coleta eletrônicos usados para o projeto. Câmeras, smartphones e outros eletrônicos que seriam descartados. A iniciativa tem sido um grande sucesso, com a coleta de 47.488 toneladas de dispositivos em outubro de 2018. Já a quantidade necessária para medalhas de bronze foi atingida e estamos na reta final para medalhas de prata e outro, o que significa que o processo de coleta termina no final de março.

 

Compartilhe via...

Compartilhar no facebook
Facebook
Compartilhar no pinterest
Pinterest
Compartilhar no twitter
Twitter
Compartilhar no linkedin
LinkedIn

Abasteça com ideias lendo novas histórias abaixo