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As gravuras rupestres de Twyfelfontein, por Afreaka

Nas ruínas de Twyfelfontein se encontram as principais gravuras rupestres da África, desenvolvidas há cinco mil anos pelos bosquímanos, também conhecidos como bushmans, pertencentes à etnia San. Para eles, a atividade era especialmente empregada para a medicina tradicional. Os shamans, os doutores de então, utilizavam-na como um modo de embarcar no mundo sobrenatural. Desenhar sobre as pedras facilitava o processo de transe. Os shamans esculpiam os seres mitológico em que se transformavam, as formas geométricas que haviam enxergado durante o processo ou então os animais por eles considerados poderosos.

Ali, encontram-se várias gravuras “secretas”, localizadas em pedras de difícil acesso, o que mostra que alguns artistas se escondiam para melhor concentração e desenvolvimento do processo criativo. Mas qual é a importância dessas gravuras? Bom, vale lembrar que são elas as primeiras tentativas do homem de se comunicar por formas abstratas, revelando muito da psique humana. Em termos artísticos, o trabalho é complexo. As superfícies não só foram gravadas através do lascar da pedra com uma pedra pontiaguda ou um martelo, mas também foram aterradas e polidas com abrasivos como areia. Além disso, os artistas experimentavam técnicas de sobreposição e de relevos falsos.

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