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Guilherme Callegari é de Santo André, no ABC Paulista. Nos anos 90 envolveu-se com a pintura e nos anos 2000 com o design gráfico, quando formou-se em design com ênfase em tipografia.

O eixo central de seu trabalho é  a pintura e nela vai construindo palavras e “des-significando” elas.

A Zupi conversou com o Guilherme para conhecer mais sobre seu processo criativo. Vem ver.

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Como surgiu o envolvimento com a arte?

Não existe um momento certo que passei a me envolver com arte. O ato de pintar/desenhar sempre me acompanhou.  Eu me lembro que desde muito pequeno, sempre tive papéis, lápis, giz de cera, tintas e pincéis em casa, lembro também que eu desenhava todos os dias, era muito natural pra mim, ficar desenhando a noite toda, era como um compromisso. O que eu não me lembro era de ter ficado sem desenhar, não consigo me lembrar de uma época que fiquei sem desenhar ou pintar. Com certeza, eu levo esse compromisso comigo até hoje e levarei até o último dia da minha vida.

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Inspirações

Prefiro usar a palavra “gatilho” ao invés de “inspiração”. Existem muitas coisas que podem ser o gatilho para um artista, desde a situação política do país em que o artista vive até um grupo de artistas.

Vou tentar pontuar alguns desses elementos p/ explicar melhor:

Ver as pinturas do Cy Towmbly, Sean Scully, Albert Oehlen e do Julian Schnabel, é um gatilho para sentir vontade de estar no ateliê trabalhando. Conversar com alguém inteligente, é também um gatilho para focar na minha pintura. Ouvir Philip Glass e Cinematic Orchestra é também um gatilho para ficar trabalhando por horas em uma pintura.

Mas acredito que o maior gatilho é focar no compromisso com o nosso trabalho, respirar a pintura todos os dias , ver a pintura todos os dias, pensar nelas todos os dias. Só isso vai fazer a gente produzir cada vez mais e evoluir cada vez mais. Se não houver esse compromisso, de nada adianta ver bons artistas, ouvir boas músicas e conversar com pessoas inteligentes.

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Trabalhos que desenvolveu

Tenho algumas séries de trabalhos que são bem significativas para mim. “BASE”, “NÃOSÍMBOLO” e “PÓLI”, são três séries (que estão em andamento) que representam bem a minha pesquisa e minha pintura. As outras séries são desdobramentos dessas três.

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Técnicas e materiais que utiliza

99,9% dos meus trabalhos é pintura sobre tela. Mas em alguns momentos caminho na escultura e desenho.

Tem uns 3 anos que passei a utilizar a tinta óleo como a técnica principal. Mas antes eu usava muitos materiais nas pinturas, como tinta acrílica, óleo, esmalte sintético, carvão, giz oleoso, giz pastel, lápis e tudo o que eu achava que tinha que estar na pintura eu aplicava.

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