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4 principais “ingredientes” para ter uma empresa de sucesso

Há um jogo muito louco jogado no Japão, que parece uma mistura entre rugby, wrestling e capturar a bandeira. É chamado de “Bo-Taoshi” e o objetivo é simples: defender o seu pólo e simultaneamente tentar derrubar o pólo de seu oponente.

A pessoa que fica sentada no topo do poste é o “ninja”, e é o seu trabalho é neutralizar as forças que tentam derrubá-lo. O jogo não é diferente dos negócios: o CEO é o ninja, com adversários que tentam atrapalhar o líder, atacando as vulnerabilidades dele. Quando você está no topo, o verdadeiro desafio é ser igualmente ágil o suficiente para continuar lá.

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1. Aposte as suas fichas

O empresário que está começando uma empresa tem todos os seus ovos em uma única cesta. A sua sobrevivência profissional está intimamente ligada ao futuro do negócio e, como resultado, ele vai nutrir e empurrar a sua ideia não importa quais os obstáculos podem ter pelo caminho. Não existe um plano B. O empresário tem partes interessadas, na forma de investidores e capitais de risco, e eles é evidente são um alto grau de risco.

2. Caos Controlado

O processo de colocar em funcionamento e de organização podem parecer casuais, mas geralmente é um caos, misturado com agilidade e velocidade que farão com que a empresa possa funcionar e trazer novas oportunidades.

3. Paciência

Outra consideração importante ao fomentar empreendedorismo é a paciência. Ele pode levar um longo, longo tempo para que uma ideia possa vir a ser desenvolvida de forma coesa e o seu potencial plenamente realizado. No mundo corporativo, estes longos prazos podem testar o vigor da equipe executiva e os interessados ​​igualmente. Onde empresários sonham com diamantes, as corporações muitas vezes enxergarão apenas carvão.

Os empresários e os seus investidores dispostos a apoiar uma ideia promissora podem transformar algo que ninguém tem muita “fé” em algo que evolua e mude.

4. Agir como um investidor

As empresas ainda em contato com as suas próprias raízes criaram incubadoras internas de enorme sucesso. Para se manter no topo por meio da inovação, as empresas precisam adotar a postura de um investidor. Programas internos podem ser executados como competições de investidores, conhecidos como “TechCrunch Disrupt”, onde os empresários esperançosos armam suas idéias de novos produtos, com os vencedores recebendo um prêmio na forma de financiamento, recursos e tempo dedicados longe de responsabilidades fundamentais. Em seguida, a equipe precisa da liberdade para experimentar, sem a gestão olhando por cima do seu ombro.

É claro que na teoria é uma coisa e na prática é outra, mas começar a tentar colocar essas ideias para funcionar, com certeza farão com que a sua empresa tenha alguma chance de dar certo.

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